Alisamento de cabelos exige precaução e informação

28/07/2011 - 00:00:00 | 140

Utilizar produto “pirata” traz sérios riscos à saúde

\r\n Quando o assunto é beleza, a mulher nem sempre está satisfeita com a sua aparência. E é bom conhecer - ou relembrar - algumas questões relacionadas aos alisamentos capilares. Às vezes, tratamentos que aparentemente irão resolver o problema de rebeldia dos cabelos crespos, cacheados ou ondulados podem trazer sérias consequências para a saúde.
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\r\n O alisamento químico ou “relaxamento de cabelo” não traz, por si só, danos ao usuário. Porém, o produto a ser utilizado deve atender às normas da Vigilância Sanitária e o profissional competente que irá aplicá-lo deve estar atento às orientações do fabricante descritas na embalagem.
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\r\n Porém, alguns “profissionais” insistem em fabricar o alisante no próprio salão. Por não possuírem os conhecimentos químicos necessários, acabam usando altas concentrações de formol. Esta substância é altamente tóxica e, por isso mesmo, tem que ser controlada rigorosamente. Estamos falando dos “alisantes caseiros” que, seguramente, trarão consequências graves à saúde da cliente.
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\r\n São inúmeros os efeitos do mau uso do formol: de uma simples coceira, passando pelas queimaduras, inchaço e vermelhidão do couro cabeludo, até olhos lacrimejantes, falta de ar, dor de cabeça, ardência e, em alguns casos, desmaios, feridas e morte. Tais consequências podem afetar tanto o usuário como o profissional que aplica o produto.
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\r\n Outra substância usada como alisante e também proibido pela ANVISA é o glutaraldeído, ou glutaral, dez vezes mais tóxico que o próprio formol.
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\r\n Segundo a ANVISA, entre as substâncias ativas que podem ser utilizadas nos alisantes, estão: ácido tioglicólico, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de cálcio, hidróxido de lítio, hidróxido de guanidina, entre outras.
\r\n Para ser considerado seguro, todo produto para alisar o cabelo deve estar devidamente registrado na ANVISA e exibir, na embalagem externa, o número de registro. Caso encontre em algum estabelecimento – farmácia, drogaria, salão de beleza, loja de conveniência etc – um produto sem o devido número de registro, entre em
\r\n contato com o órgão de Vigilância Sanitária da sua cidade, que tomará as medidas necessárias.
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\r\n Por: AgComunicado

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