OMS adverte: respirar pode fazer mal à saúde!

29/09/2011 - 00:00:00 | 138

Mais de 2 milhões de pessoas morrem a cada ano como consequência de doenças que se desenvolvem devido à má qualidade do ar

\r\n O alerta serve para o mundo inteiro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) acaba de anunciar os resultados de um estudo que revela a real e atual situação da qualidade do ar que respiramos, e as conclusões não são nada positivas. Em muitas cidades os níveis de  poluição e contaminação do ar atingiram níveis alarmantes, colocando em risco a saúde da população. Os dados desta pesquisa foram coletados em quase 1.100 cidades, em 91 países, e foram incluídas as capitais e cidades com mais de 100 mil habitantes.
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\r\n Segundo a OMS, mais de 2 milhões de pessoas morrem a cada ano devido à inalação de pequeninas partículas que contaminam o ar, tanto em ambientes internos como externos. Essas partículas são chamadas PM10, têm menos de 10 micras de tamanho, e são produzidas, principalmente, pelos motores de veículos e centrais elétricas.  Uma vez inaladas, penetram nos pulmões e chegam à corrente sanguínea, causando cardiopatias, câncer de pulmão, asma e infecções agudas das vias respiratórias.
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\r\n A OMS estabelece como índice suportável 20 microgramas por metro cúbico (µg/m3) como média anual, porém os dados coletados revelam que, em algumas cidades, a média de PM10 tem sido de 300 µg/m3. Não à toa, em 2008, a mortalidade estimada como consequência da grave contaminação atmosférica nos grandes centro urbanos atingiu  1,34 milhões de pessoas. Se tivessem sido adotadas as diretrizes da OMS, esse número teria sido de 1,09 milhões. O recente aumento da concentração de poluentes na atmosfera e o crescimento dos aglomerados urbanos tem contribuído para o agravamento dessa situação.
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\r\n A OMS acredita se houver uma vigilância e gestão adequados será possível, sim, melhorar a saúde das pessoas e reduzir de forma considerável os casos de doenças respiratórias, cardíacas ou câncer de pulmão.  
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\r\n O relatório da OMS tem como objetivo principal despertar a consciência da sociedade e dos governos a respeito dos riscos da contaminação atmosférica urbana, utilizando  políticas mais eficazes e vigiando de perto a situação destas cidades. A Organização Mundial da Saúde acredita que se houvesse uma redução da média anual de
\r\n 70 µg/m3 para 20 µg/m3 de PM10, haveria uma redução de 15% nos índices de mortalidade.
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\r\n Por: AgComunicado
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