Relacionamentos afetivos saudáveis diminuem o risco do vício nas drogas

01/06/2011 - 00:00:00 | 92

Boa autoestima na infância está relacionada com uma menor propensão ao abuso de substâncias psicotrópicas

\r\n A felicidade em um relacionamento amoroso pode reduzir o risco do indivíduo se tornar  viciado em drogas. Esse fenômeno ocorre porque a mesma área cerebral que é responsável pelo vício em drogas também é responsável pelo controle da vontade de comer e de fazer sexo, conhecida como “sistema de recompensas”.
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\r\n Esse sistema existe para garantir que façamos aquilo que é fundamental pra mantermos nossa sobrevivência. Exatamente por esse motivo, comida e sexo nos dão prazer.  Já as drogas provocam alterações no funcionamento dessa região cerebral.
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\r\n Os relacionamentos estáveis desenvolvidos na fase adulta do indivíduo provocam as mesmas reações nessa região cerebral, protegendo assim nosso cérebro de possíveis vícios. Pesquisas realizadas roedores, mostrou que os machos que possuíam uma companheira se mostravam menos interessados na droga do que os machos “solteiros” da espécie.
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\r\n Na literatura, são vários os estudos que relacionam o casamento a uma menor propensão a usar ou abusar de álcool e droga ilícitas. Segundo uma pesquisa de 2010 do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, a qualidade da relação afetiva, a imitação do padrão de comportamento do parceiro e a interação dessas variáveis estão associadas ao uso de álcool e drogas por adultos jovens.
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\r\n Diferentes pesquisas realizadas sobre o tema sugerem que os relacionamentos amorosos equilibrados têm o importante papel de regular os padrões de uso dessas substâncias no começo da vida adulta. A maior autonomia vivida na vida adulta e a influência do parceiro podem gerar uma maior exposição ao álcool e drogas. Também há o fato de que os solteiros passam mais tempo em eventos sociais, para encontrar um parceiro ou estabelecer relacionamentos, o que poderia aumentaria a exposição.
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\r\n Também é consenso que o desenvolvimento de uma boa autoestima na infância está relacionada com uma menor propensão ao abuso de substâncias psicotrópicas.
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\r\n Por: AgComunicado

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